BDA, Deutcshe Banck e MINFIN assinam acordo de financiamento para apoio ao sector privado angolano

08 mai 2019
"

Decorreu nesta quarta-feira, 8 de Maio, numa das salas do Ministério das Finanças, em Luanda, a cerimónia de assinatura do Acordo Quadro Tripartido para Fomento ao Financiamento do Sector Privado, entre o Deutsche bank, na qualidade de Mutuante, o  Banco de Desenvolvimento de Angola, na qualidade de um dos mutuários da operação e o Ministério das Finanças na qualidade de Garante.

O referido Acordo e respectivos anexos foram aprovados pelo Despacho Presidencial nº 52-A/19 de 09 de Abril. Recorde-se que o Presidente João Lourenço referiu-se a esta facilidade, que agora é materializada, recentemente, durante um fórum empresarial.

Ao intervir na ocasião da assinatura, o ministro da Economia e Planeamento, Pedro Luís da Fonseca, considerou este financiamento uma seiva importante para a classe empresarial. “A comunidade empresarial irá beneficiar deste financiamento para promover a actividade económica no País. Isso está inserido na nova filosofia do Executivo angolano que remete ao Estado a sua função de regulação e fiscalização. Temos aqui recursos para que a actividade económica venha, de facto, a ocorrer, no sentido de promover empregos e, com ele, o bem-estar da população”

O Deutsche Bank inicia assim uma nova abordagem com o mercado financeiro angolano. O seu Director-geral e um dos signatários do acordo, Ignácio Ramiro, proferiu igualmente algumas considerações tendo adiantado que “para o Deutsche Bank é um prazer poder estar na assinatura deste acordo. Nós já estamos aqui há muitos anos, sobretudo depois do fim da guerra e temos vindo a concretizar vários financiamentos para o sector público, mas agora temos aqui um instrumento para apoiar também o sector privado. Um instrumento para a criação de empregos, com projectos que possam ter um impacto positivo na balança de pagamentos e substituir importações e gerar exportações, colocando a disposição recursos financeiros”.

O Ministro das Finanças referiu que a operacionalização da linha de crédito poderá ser feita por vários bancos. Nesta fase, “o BDA conseguiu concluir a observância de todos esses processos graças ao emprenho das nossas equipas foi possível hoje termos formalmente fechado o processo de negociação”.

Segundo o Ministro Archer Mangueira, “nós também estamos perante obrigações e desafios institucionais uma vez que estamos a implementar um programa de estabilização macroeconómica e associado a este programa temos um acordo com o FMI. Digo obrigações institucionais porque o facto de termos associado esta facilidade de financiamento obriga-nos a associá-la a um conjunto de acções e medidas que estão inscritas nesse programa. Uma delas tem a ver com a alteração da actual trajectória de endividamento público. Toca-nos agora operacionalizar a facilidade financeira e sempre respeitando as medidas de política, do órgão de tutela, do Ministério da Economia e do Planeamento.

O BDA é o primeiro banco que irá operacionalizar a facilidade de financiamento. Por isso, o Presidente do Conselho de Administração do BDA, Abraão Gourgel, enfatizou “a confiança que o DB depositou em nós e pelo facto de chegarmos aos termos que aqui foram aprovados. Colocamo-nos a disposição para empreender os projectos, organizar os processos e avaliar o risco dos projectos que nos forem submetidos de modo a facilitar a concessão do crédito pelo DB”.

"
jornais.jpg

Decorreu nesta quarta-feira, 8 de Maio, numa das salas do Ministério das Finanças, em Luanda, a cerimónia de assinatura do Acordo Quadro Tripartido para Fomento ao Financiamento do Sector Privado, entre o Deutsche bank, na qualidade de Mutuante, o  Banco de Desenvolvimento de Angola, na qualidade de um dos mutuários da operação e o Ministério das Finanças na qualidade de Garante.

O referido Acordo e respectivos anexos foram aprovados pelo Despacho Presidencial nº 52-A/19 de 09 de Abril. Recorde-se que o Presidente João Lourenço referiu-se a esta facilidade, que agora é materializada, recentemente, durante um fórum empresarial.

Ao intervir na ocasião da assinatura, o ministro da Economia e Planeamento, Pedro Luís da Fonseca, considerou este financiamento uma seiva importante para a classe empresarial. “A comunidade empresarial irá beneficiar deste financiamento para promover a actividade económica no País. Isso está inserido na nova filosofia do Executivo angolano que remete ao Estado a sua função de regulação e fiscalização. Temos aqui recursos para que a actividade económica venha, de facto, a ocorrer, no sentido de promover empregos e, com ele, o bem-estar da população”

O Deutsche Bank inicia assim uma nova abordagem com o mercado financeiro angolano. O seu Director-geral e um dos signatários do acordo, Ignácio Ramiro, proferiu igualmente algumas considerações tendo adiantado que “para o Deutsche Bank é um prazer poder estar na assinatura deste acordo. Nós já estamos aqui há muitos anos, sobretudo depois do fim da guerra e temos vindo a concretizar vários financiamentos para o sector público, mas agora temos aqui um instrumento para apoiar também o sector privado. Um instrumento para a criação de empregos, com projectos que possam ter um impacto positivo na balança de pagamentos e substituir importações e gerar exportações, colocando a disposição recursos financeiros”.

O Ministro das Finanças referiu que a operacionalização da linha de crédito poderá ser feita por vários bancos. Nesta fase, “o BDA conseguiu concluir a observância de todos esses processos graças ao emprenho das nossas equipas foi possível hoje termos formalmente fechado o processo de negociação”.

Segundo o Ministro Archer Mangueira, “nós também estamos perante obrigações e desafios institucionais uma vez que estamos a implementar um programa de estabilização macroeconómica e associado a este programa temos um acordo com o FMI. Digo obrigações institucionais porque o facto de termos associado esta facilidade de financiamento obriga-nos a associá-la a um conjunto de acções e medidas que estão inscritas nesse programa. Uma delas tem a ver com a alteração da actual trajectória de endividamento público. Toca-nos agora operacionalizar a facilidade financeira e sempre respeitando as medidas de política, do órgão de tutela, do Ministério da Economia e do Planeamento.

O BDA é o primeiro banco que irá operacionalizar a facilidade de financiamento. Por isso, o Presidente do Conselho de Administração do BDA, Abraão Gourgel, enfatizou “a confiança que o DB depositou em nós e pelo facto de chegarmos aos termos que aqui foram aprovados. Colocamo-nos a disposição para empreender os projectos, organizar os processos e avaliar o risco dos projectos que nos forem submetidos de modo a facilitar a concessão do crédito pelo DB”.